“Cidadãozinho imundo e perseguidor”. Foi assim que o deputado Mazinho Serafim (PSDB) se referiu ao assessor político do governo, Francisco Nepomuceno Carioca, ao se defender das acusações de que teria financiado a vinda de policiais militares para a manifestação da última segunda-feira, 4, em Rio Branco.Em resposta, Serafim negou as acusações e disse que não precisava incitar manifestações, pois elas têm partido do descontentamento da própria população com o atual governo. Ele lembrou, ainda, que as divergências entre os dois são antigas, sendo que já haviam atingido o ápice quando Carioca o acusou de agressão resultando no processo de expulsão do deputado do Partido dos Trabalhadores no começo do ano passado.
“Naquela época em não deu uma surra nele como a imprensas disse, mas agora sim, se brincar meu dou-lhe umas mãozadas para ele aprender a respeitar”, disse Mazinho ao ter a sua fala cortada pelo presidente da mesa diretora da Aleac, Edvaldo Magalhães, sob o argumento de que “da tribuna desta casa ninguém pode proferir ameaças”.
ac24horas
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